(Tradução) Um brinde à sua saúde: 5 dicas para mulheres bissexuais melhorarem sua saúde e bem estar

Texto traduzido para o site Blogueiras Feministas, com revisão de Bia Cardoso.

Link da tradução original

Texto de Audrey Faye. Publicado originalmente com o título: “Here’s To Your Health: 5 Ways Bisexual Women Can Pursue Better Health & Wellness”, no site Autostraddle em 31/03/2015. Tradução de Jéssica Alves e revisão de Bia Cardoso para as Blogueiras Feministas.

Os números são evidentes: mulheres bissexuais correm maior risco de terem a saúde mental e física prejudicadas, estão mais propensas à pobreza, vício, violência e, com frequência, estão sujeitas à discriminação dentro do sistema de saúde. Porém, não somos obrigadas a aceitar assistência médica de baixa qualidade ou negligência. Felizmente, a Comunidade Bi está se unindo para propor melhorias na conscientização e no acesso ao sistema de saúde.

Em março, o Bisexual Resource Center (BRC) organizou o primeiro Mês de Conscientização sobre a Saúde Bissexual. Agora, estão encerrando a segunda campanha anual de conscientização, que se concentrou em espalhar conscientização sobre a saúde de pessoas bissexuais. Eles se mobilizaram através do Facebook, Twitter e do próprio site (que possui ótimos links sobre tudo relacionado ao assunto).

“É realmente importante para nossa comunidade ver a saúde tratada de maneira séria”, disse Ellyn Ruthstrom, membro da diretoria e ex-presidente da BRC.

As diferentes mulheres pertencentes à Comunidade Bi enfrentam diferentes níveis de risco. As mulheres bi que são trans, por exemplo, possuem mais restrições no que diz respeito à adesão a um bom plano de saúde e estão mais suscetíveis à pobreza. Mulheres bi que estão tentando engravidar utilizando esperma doado por parceiros, possuem diferentes necessidades em comparação a mulheres que procuram por inseminação artificial. Não existe pesquisa ou informação específica sobre ou para pessoas bissexuais que se identificam como genderqueers e não binárias. Faixa etária avançada, pobreza, etnia e lugar de origem influenciam os riscos suscetíveis e o acesso ao sistema de saúde. Não existe uma solução padrão, mas existem algumas orientações que podem auxiliar as mulheres bissexuais a cuidarem da saúde.

Compiladas a partir das informações de diversos relatórios, fontes online e opinião de especialistas, apresentamos aqui 5 dicas para você cuidar da sua saúde levando em conta os riscos, pressões econômicas e, os muitas vezes incompetentes, serviços de saúde. Por favor, compartilhem seus desafios, vitórias e ideias. Juntos podemos trabalhar pela saúde de nossa comunidade.

1. Conheça a si mesma, conheça seus riscos

Diversos estudos mostram que mulheres bissexuais são suscetíveis à riscos que impactam negativamente sua saúde. Mulheres bissexuais estão mais propensas a fumar e desenvolverem vícios. Nós estamos mais propensas a sofrer com depressão e apresentar tendências suicidas, se comparadas com outros grupos. Mulheres bi também estão sujeitas a uma maior incidência de câncer, em comparação com mulheres lésbicas e heterossexuais, e correm maior risco de serem negligenciadas nos exames específicos. O apêndice A do livro Bissexual Health: An Introduction, concebido pela LGBTQ Task Force, o Fenway Institute e a BiNet USA, apresenta uma excelente e detalhada descrição dos riscos de saúde específicos à comunidade bissexual. Dois estudos do LGBT Movement Advancement Project:Understanding Issues Facing Bisexual Americans (Entendendo os Problemas que Afetam a Comunidade Bissexual Norte-Americana) e Paying An Unfair Price: The Financial Penalty For LGBT Women In America (Pagando Um Preço Injusto: A Desigualdade Financeira das Mulheres LGBT nos Estados Unidos), apresentam estatísticas que exploram os diferentes contextos que afetam negativamente a saúde das mulheres bi. Este relatório do Reino Unido detalha as condições mentais específicas que as mulheres bi estão sujeitas — e demonstra a semelhança entre relatórios dos Estados Unidos e outros lugares.

O apagamento bi e o estigma social contra a bissexualidade são duas das causas mais sérias por trás de todos esses resultados negativos na saúde, não apenas os fatores de saúde mental.

“Pesquisas mostram que bissexuais sofrem mais discriminação, violência e estigma social do que gays e lésbicas”, diz Amy André, co-autora de Bisexual Health: An Introduction. “Acredito que a discriminação, a violência e o estigma social estão diretamente relacionados com o fato de termos os piores índices na saúde”.

O objetivo de lembrá-las sobre esse assunto não é assustá-las. De fato, existe um grande poder em saber sobre nossos próprios riscos. Assim como preciso estar a par de doenças possivelmente hereditárias presentes na minha família, como câncer de colo de útero, diabetes e Alzheimer, saber dos riscos que corro sendo membro da comunidade bissexual me ajudam na prevenção.

“Indivíduos bissexuais podem achar que estão passando por experiências individuais, mas essas experiências são coletivas”, afirma a Dr. Magda Houlberg, chefe do departamento clínico da Howard Brown, uma clínica especializada na saúde LGBT em Chicago.

É de fundamental importância entender que experiências coletivas reduzem nossos riscos individuais e nos ajuda a sermos porta-vozes das nossas experiências e da nossa comunidade. A verdade é que muitos profissionais da medicina podem não ser competentes para lidar com suas especificidades enquanto mulher bissexual, então, se você está ciente dos riscos que corre, pode estar preparada para identificar essas especificidades e mostrá-las à ao médico, assim como se precaver, com o objetivo de se manter saudável. Existe uma escassez de informações sobre os riscos de saúde que uma mulher bi corre. Porém, utilizar-se das informações existentes irá ajudá-la a tomar conta de sua própria saúde.

Por exemplo, muitos médicos dizem para mulheres lésbicas e bissexuais que não é necessário fazer o exame papanicolau e que elas não precisam aprender sobre métodos contraceptivos. Porém, muitos médicos e ativistas afirmam que essas atitudes são erradas e tentam esclarecer os equívocos. Existe um grande vazio no que diz respeito a pesquisas sobre sexo seguro para mulheres que fazem sexo com outras mulheres e outras pessoas que possuem vulvas, segundo Vanessa Schick, pós graduada e professora assistente do Departamento de Ciências da Saúde da Escola de Saúde Pública de Houston da Universidade do Texas. Quando mulheres lésbicas e bissexuais pedem por recomendações de profilaxia, médicos geralmente não sabem o que dizer, segundo ela, por conta mais da falta de informações do que por falha pessoal do médico.

“Existe essa noção de que mulheres não estão suscetíveis à problemas de saúde sexual, então não existe a necessidade de financiar pesquisas sobre isso”, diz Schick. “Você precisa de financiamento para demonstrar que os riscos são reais. Esse é um ciclo difícil de se quebrar”.

Apesar da falta de fontes confiáveis, no que tange às diversas áreas da saúde de uma pessoa bi, uma questão é evidente: mulheres bissexuais devem se proteger contra doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), devem fazer os exames específicos para prevenir câncer e devem ser tratadas com a mesma dignidade que qualquer outra mulher em busca de serviços de saúde.

2. Encontre um profissional de medicina competente e outras fontes confiáveis

Num mundo ideal, todo profissional de medicina ou enfermagem teria competência para lidar com os desafios, riscos e especificidades referentes a saúde de pacientes LGBT. Infelizmente, esse não é o caso. Na maioria dos centros urbanos, não deveria ser tão difícil encontrar um profissional competente nas questões LGBT — mas, até mesmo esses profissionais podem falhar ao não serem inclusivos com o B de LGBT e acabar agrupando mulheres bi com mulheres lésbicas ou heterossexuais, ou discursar sobre promiscuidade, independente do histórico sexual da paciente. A Associação Médica Norte-Americana de Gays e Lésbicas possui um guia de profissionais indicados e a Bisexuality-Aware Professionals Directory (Listagem de Profissionais que atendem pessoas Bissexuais) inclui especialistas em saúde mental. Você também pode pedir por referências nos grupos comunitários LGBT de sua cidade. Porém, nem todo mundo tem o privilégio da escolha dentre muitos profissionais, seja por terem um plano básico e limitado de saúde ou por residirem em áreas rurais e/ou não poderem se deslocar para grandes centros.

De qualquer forma, você possui direito de ser atendida por um profissional de medicina que a trate com respeito e que tenha sensibilidade para entender suas especificidades como pessoa bissexual. Amy André coloca isso da seguinte forma:

“O seu profissional presta um serviço à você e está sendo pago para isso. Quando você contrata alguém, inicialmente você entrevista essa pessoa. Se essa pessoa não está de acordo com suas necessidades, ela não é contratada. Mas, se você tem limitações na escolha do profissional, você talvez acabe numa situação em que precise ensinar algumas coisas a essa pessoa. Nesse caso, tente encontrar alguém que pareça estar aberto à isso sensivelmente e que esteja disposto a te escutar. Comece por aí. Indique livros, como o Bisexual Health: An Introduction, para o seu profissional escolhido”.

A maioria dos médicos e enfermeiros não recebem treinamento durante sua formação para tratar de questões específicas das pessoas LGBT, mas algumas organizações como a BRC estão trabalhando para prover aos profissionais e outras organizações o treinamento que precisam para oferecer um serviço de saúde competente para mulheres bi e a comunidade como um todo. E as coisas estão começando a melhorar. Ellyn Ruthstrom da BRC teve uma experiência positiva quando foi atendida por um novo médico:

“A última vez que fui a ginecologista, fiquei muito feliz pois não precisei fazer nada, a ginecologista perguntou tudo o que eu julgava necessário. Ela me perguntou sobre questões de maneira aberta e sem especificar um gênero, da forma como todos os outros profissionais deveriam estar perguntando. Eu a recomendo, pois ela me fez as perguntas certas que permitiram com que eu me identificasse e contasse meu histórico sexual. Não é somente sobre “é assim que você deveria tratar uma pessoa bissexual” mas também sobre “é assim que você deve tratar todas as pessoas, para que todas elas se sintam confortáveis em cooperar”.

Existem fontes online, incluindo muitos links que estão espalhados por esse texto, que podem auxiliar no seu cuidado pessoal. Essas fontes não substituem diagnósticos e tratamentos, mas podem ajudar no desenvolvimento de uma rotina saudável, na identificação de riscos, como elaborar boas perguntas e ajudá-lo a exigir atendimento médico digno.

3. Defenda seu direito à saúde

Direi mais uma vez para quem ainda não escutou: Você tem o direito de receber um bom atendimento médico! Porém, o sistema de saúde não foi concebido para garantir esse direito. Mulheres bi enfrentam vários desafios por todos os lados ao buscar atendimento médico e reconhecer essa dificuldade é o primeiro passo para acabar com ela.

“Existem fortes estruturas sociais que impedem mulheres, especialmente mulheres bi, de terem acesso ao sistema de saúde, pois elas não têm a certeza se o atendimento será seguro e adequado”, diz Shena Willbrandt, gerente dos serviços de saúde das mulheres no Howard Brown. “É difícil pedir às pessoas que passem a usar um sistema que na realidade não funciona para elas”.

Mas, existem formas de fazer com que o sistema funcione para nós — é apenas uma questão de se munir de informações e exigir o melhor atendimento possível.

“Uma vez que tenha encontrado um profissional de saúde com o qual você se sinta confortável para conversar, você só irá conseguir o atendimento ideal se for aberta e honesta e isso pode ser assustador”, explica Vanessa Schick. “Para as mulheres bi existe um estigma social que as atinge por todos os lados. Portanto, isso se trata de fazer o melhor que você pode para tentar superar o medo e ser sua melhor advogada. Ninguém pode te dar a devida importância melhor do que você mesma”.

Se o seu médico te fizer perguntas que te forcem a se encaixar em uma determinada sexualidade com a qual você não se identifica, dê respostas completas para ter certeza que você está dando informações transparentes sobre sua sexualidade e sobre as pessoas com as quais se relacionou sexualmente. Segundo Magda Houlberg, profissionais de medicina deveriam fazer perguntas abertas, como: “me fale sobre as pessoas com quem você faz sexo” e “me fale sobre sua identidade sexual”, no lugar de fazer perguntas específicas sobre parceiros de um gênero específico. Se eles não fazem isso, você ainda assim pode dar informações que corrijam essas premissas.

Aqui está um ótimo guia para mencionar ao seu profissional de saúdesobre as suas especificidades como uma paciente LGBT, cortesia do The Fenway Institute. Entretanto, para algumas mulheres, pode não ser seguro sair do armário no consultório médico — principalmente se você vive em uma cidade pequena que só possui um profissional de medicina, ou se esse profissional atende toda sua família, seus vizinhos e colegas de trabalho. Não existe uma única solução; trata-se de “ir até o limite da sua zona de conforto e de como você se sente confortável para advogar por sua própria saúde”, aconselha Vanessa Schick.

Independente de você sair do armário ou não para o seu profissional de saúde, você ainda assim pode pedir informações e exigir exames específicos para diagnósticos de depressão e alguns tipos de câncer — isso retoma a importância de saber a quais riscos você é mais suscetível.

4. Aproveite as oportunidades para superar barreiras financeiras nos cuidados com a saúde

Assistência médica é cara. A comunidade bi é extremamente suscetível à pobreza. Essa combinação é perigosa. De acordo com o estudo LGBT MAP’s Unfair Price, as mulheres bissexuais possuem o dobro de chance de entrarem na zona da pobreza em comparação com a população geral e, 29% das mulheres LGBT passam por dificuldades para pagar por assistência médica, em comparação com 19% de mulheres heterossexuais. Organizações como a Howard Brown oferecem atendimentos de baixo custo para a população LGBT, mas esses atendimentos não existem em todas as cidades e a população queer das zonas rurais quase não possui acesso à esses atendimentos.

Muitos prestadores de serviços médicos e instituições não consideram a situação econômica de um paciente quando prescrevem tratamentos e medicamentos e isso é arriscado, de acordo com Shena Willbrandt.

“Seguridade econômica e a sua inexistência é algo desconsiderado”, ela diz.“Falamos muito sobre nossa localização e como uma pessoa que vive na área sul terá condições de acessar os serviços que são prestados na área norte da cidade? Como podemos atender alguém que não tem com quem deixar as crianças? Existem muitos fatores que afetam a seguridade econômica e a saúde geral”.

Em Houston, Texas, Liz James e a Lesbian Health Initiative (LHI) — que atende não só mulheres lésbicas, mas a toda comunidade LGBT — estão trabalhando para garantir cuidados às pessoas de maior vulnerabilidade social do país. O The Affordable Care Act (ACA) oferece assistência médica assegurando pessoas que não conseguiriam pagar por um plano de saúde previamente e direciona bilhões de dólares para centros de saúde federais que prestam atendimentos de baixo ou nenhum custo para pessoas pobres.

“Nós acreditamos que acesso a cuidados básicos de saúde é um direito humano e o Affordable Care Act é a maior oportunidade que tivemos para conceder isso”, afirma Liz James. “O presidente (Barack Obama) tornou o acesso da população LGBT uma prioridade. Hoje existem leis federais que dizem que não pode haver discriminação baseada na orientação sexual e na identidade de gênero”.

O LHI trabalha para atingir indivíduos LGBT de baixa renda através de eventos públicos de saúde, onde eles podem fazer exames abrangentes, serem direcionados a centros de saúde, quando necessário e, conscientizar as pessoas LGBT sobre seus direitos. Expandindo os dados disponíveis sobre os fatores de risco que a comunidade LGBT do Texas (e norte-americanos) enfrentam, é um dos passos mais importantes para aumentar o acesso. Aumentar a visibilidade dessas informações e aumentar a visibilidade na sociedade irá melhorar drasticamente os resultados de saúde bissexuais, disse ela.

“Temos que ajudar as pessoas a serem conscientes de sua saúde”, afirma Liz James. “Lésbicas e mulheres bi são mais propensas à obesidade, então devemos entender como comer de forma saudável. Temos mais riscos de desenvolver câncer de mama, então precisamos de mamografias periódicas. Também precisamos entender como conseguir seguros de saúde. Nós precisamos de metodologia e estrutura para treinarmos profissionais de saúde”. Existem diversos fatores que limitam o acesso de mulheres bi a serviços de saúde, incluindo o custo e a falta de informações confiáveis.

Seja uma clínica que possui atendimentos periódicos gratuitos na sua comunidade, um centro comunitário LGBT com uma boa rede de profissionais de saúde, umas visita a Planned Parenthood ou uma ida a um profissional que atende ao seu plano de saúde, é fundamental encontrar formas viáveis de acesso aos serviços de saúde. O programa de financiamento da saúde está, mesmo que de forma lenta, melhorando o acesso da comunidade LGBT e de outras minorias marginalizadas. Procure por fontes na sua comunidade que vão ajudar a entender se você é elegível e como funciona o processo de contratar um seguro de saúde, além de procurar por alternativas de exames a baixo custo.

5. Crie uma comunidade e a divulgue

Você não está sozinha em sua busca por um bom serviço de saúde. Encontre uma comunidade que você esteja disposta a ajudar e que também ajude você. Ter uma rede de suporte — não somente para os cuidados com sua saúde, mas para o seu bem estar geral, vai ajudar muito.

“Estudos mostram que mulheres, mesmo as que são beneficiadas pelo programa de financiamento à saúde, não conseguem acesso a certos serviços mesmo que sejam cobertos pelo seguro de saúde”, diz Shena Willbrandt. “Se há propaganda boca-a-boca sobre um prestador de saúde e as pessoas dizem que ele é bem recomendado, tenha certeza se você terá acesso ao papanicolau, pois é dessa forma que as pessoas vão ter a certeza do tipo de serviço que está disponível”.

E, quando você finalmente conseguir acesso ao sistema de saúde, descubra quais serviços você precisa e como consegui-los, encontre um profissional de saúde que seja competente, aberto e sensível as questões LGBT ou identifique um recurso útil e espalhe a informação para outras pessoas. Dê o exemplo ao cuidar de sua saúde e encoraje seus amigos, parceiros e parceiras, familiares e comunidade a fazer o mesmo.

“Nós não temos ninguém que faça isso por nós, então, a responsabilidade é nossa”, conta Liz James. “Temos que marcar nossas consultas. Temos que ser responsáveis. Não podemos abdicar dessa responsabilidade com a nossa própria saúde. Precisamos encorajar esse cuidado e dar apoio a isso em nossa comunidade”.

Não importa o quão fracas são as estatísticas ou o quão despreparada está a comunidade médica no que diz respeito à saúde bissexual, é possível conseguir um bom serviço de saúde. Com o trabalho de educação feito por instituições como a BRC, especialistas como Vanessa Schick dedicando-se a pesquisas específicas para a nossa comunidade e organizações ao redor do país lutando para promover um bom cuidado à saúde da mulher bissexual, a situação só tende a melhorar. Depende de nós garantir que estamos aproveitando os recursos disponíveis e que estamos lutando para garantir o acesso à todas as mulheres bi.

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